quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

back to reality

   Agora eu digo: a minha indiferença pelas coisas, neste momento, não é maior que eu. Não podia. Não pode. Não era justo. Não era eu mesma.
   Serei sempre uma sonhadora, à espera da tesão de ter tudo na mão. Até o coração.



E ele disse-me (o Carlos), depois de me fitar durante meia dúzia de segundos ao mesmo tempo que sorria, como se já me conhecesse à uma vida inteira, enquanto conversávamos: -"Tu nunca vais perder esse brilho nos olhos."
E foi aí que soube.