Não posso adiar o amor [...]
Cheguei à conclusão que a vida é demasiado pequena, ou eu, demasiado grande para caber nela. Tinha tanto para dizer, ou menos do que penso, mas bastante. Mas gastei-as. Gastei as palavras. Gastei-as no silêncio a corrigir o eco da minha mente. Mas elas não deixam de existir só porque não as disse com a boca.
Não posso adiar o coração,
Não posso adiar-me...
... e só resta eu.
Adeus Nuno.
Cheguei à conclusão que a vida é demasiado pequena, ou eu, demasiado grande para caber nela. Tinha tanto para dizer, ou menos do que penso, mas bastante. Mas gastei-as. Gastei as palavras. Gastei-as no silêncio a corrigir o eco da minha mente. Mas elas não deixam de existir só porque não as disse com a boca.
Não posso adiar o coração,
Não posso adiar-me...
... e só resta eu.
Adeus Nuno.
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